O que é o Rived?

RIVED é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que tem por objetivo a produção de conteúdos pedagógicos digitais, na forma de objetos de aprendizagem. Tais conteúdos primam por estimular o raciocínio e o pensamento crítico dos estudantes, associando o potencial da informática às novas abordagens pedagógicas. A meta que se pretende atingir disponibilizando esses conteúdos digitais é melhorar a aprendizagem das disciplinas da educação básica e a formação cidadã do aluno.

1ª Atividade a Distância /8 horas

LEITURA DO TEXTO: O cursista ao ler o texto deve direcionar o olhar para o argumento de Spinelli e refletir sobre outras situações de aprendizagem vivenciadas, que tenham sido favorável ao aluno ascender e atingir o cume da pirâmide.

2ª Atividade a Distância/8 horas

LEITURA DO TEXTO: "Repensando a avaliação" de César Nunes, refletindo aspectos importantes de teorias e práticas educacionais como exemplo: um grupo da Faculdade de Educação Harvard, em que o objetivo maior do ensino oferecido por eles deve ser o "Ensino para Compreensão" (WISKE, 1998).
Para nós, educadores temos clareza dos objetivos de aprendizagem em nossas disciplinas? Será que refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende totalmente, parcialmente, ou não compreende o que estamos vivenciando com ele?

3ª Atividade à Distância/8horas

LEITURA DO TEXTO: “Desenvolvimento de materiais multimídia e seu uso no contexto educacional” de César Nunes, versão para o curso “Como Usar Objetos de Aprendizagem”, fazendo reflexão sobre os contextos para desenvolvimento de multimídia, como: O contexto cognitivo e o contexto de ensino.
Navegação no site: http://rived.proinfo.mec.gov.br para escolha de um objeto na sua disciplina.
Elaboração de um plano de aula de acordo com o Objeto escolhido, orientando-se pelo Guia do Professor. Alternando sala de aula e laboratório para a exploração do objeto, atentando para a construção do conhecimento do aluno.
Enviar pelo e-mail do grupo.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

NTE KENNEDY - Turma: 10 e 11 Paulo Carapuça da Silva

1ª ATIVIDADE VIVENCIAL 8 horas

LEITURA DO TEXTO: O cursista ao ler o texto deve direcionar o olhar para o argumento de Spinelli e refletir sobre outras situações de aprendizagem vivenciadas, que tenham sido favorável ao aluno ascender e atingir o cume da pirâmide.

32 comentários:

Anônimo disse...

Boa Tarde professor!! Imagina quem sou eu!!! Consuelo. Também estou nesse curso. Foi um prazer encontrar o Sr. e a professora Fátima. Espero nos encontrasr em breve. Abraços
Consuelo Nicacio da Silva

neuma disse...

Segundo Spnelli, mostra no texto os objetivos virtuais de aprendizagem: ação, criação e conhecimento o confronto de idéias entre Levy e Machado.
Machado adota a idéia da pirâmide informacional, onde o humano deve passar por 3 estágio: a série de recurso de estudo utilizado não estão conseguindo acompanhar o avanço tecnológico, uma vez que nossos alunos hoje vem a escola com uma quantidade de informação maior do que os professores tem. Na pirâmide informacional percebe-se que Machado usa os elementos interligados entre si, com a falta de um eles desnorteia todo o processo de aprendizagem. Não devemos ostenalizar a pirâmide por etapas, e sim por todos para que possamos chegar no topo da pirâmide de que é a inteligência com um objetivo. O professor deve estimular o aluno na leitura e interpretação de dados e escrita das mais variadas formas com o intuito de analisá-los, organizá-los, relacioná-los e principalmente criticá-los o conteúdos apresentado em sala de aula por cada disciplina podendo ser contextualizado no cotidiano com um ponto de vista sobre os fenômenos sociais e científicos, a partir do que é apresentado nas relações políticas cientificas e sociais sejam em conflitos ou não.
O processo de inteligência para Levy, acontece de forma transitado, possibilitando a integrar conteúdos e significado de forma que remeta idéias de construção em que se amplia a compreensão de seus significados: quantidade e qualidades caminham na mesma direção para se construir o conhecimento e que com os aparatos tecnológicos veio possibilitar uma ampla rede de aprendizagem, tanto do aluno como professor.
Nos objetivos virtuais de aprendizagem, o crescimento dos recursos tecnológicos veio agilizar as pesquisas e diminuir o tempo em fazê-las comparadas ao uso de livros enciclopédias, mas também veio ressaltar a qualidade em que os nossos alunos estão realizados essas pesquisas. Com bom ou mal resultado deixando de lado a escrita e a leitura. É fundamental no mundo em que vivemos utilizar o computador buscando uma nova situação de aprendizagem e não utilizando de forma robótica em aceitar o que está sendo apresentado sem ter imaginação e criatividade para construir saberes, como Machado nos mostra na pirâmide informacional.
Estimulando criatividade e imaginação, dentro do objetivo virtual de aprendizagem é maior complexo duque se pode imaginar, na verdade é uma situação em que o aluno percorre etapas, ou navegar envolvido por um contexto que exige a compreensão de determinados conceitos científicos, onde se tem dois caminhos: o ponto de vista de quem faz; e o sucesso de quem utiliza, valorizando o trabalho de quem projeta de forma detalhada para uma aprendizagem sobre o processo criativo que esta por detrás da atividade intelectual.
No texto ainda retrata argumento de Arendt. A atividade humana é dividida em três classes: o labor, o trabalho e a ação em que diferencia os seres humanos dos demais seres é a ação onde podemos resolver problemas imaginando e criando enredo contextos e projetos.
O autor finaliza o texto com a citação de Marina em relação a produção inteligente dos seres humanos, onde devemos dirigir o olhar para a realidade e a definição de suas próprias metas para ampliar o processo de produção do objeto virtual de aprendizagem. Para que seja centralizados e aplicados o objeto virtual junto aos demais colegas é necessários partirmos do olhar sobre a realidade das aplicações dos conceitos, definindo metas idealizando de um contexto para o desenvolvimento das atividades.
O uso inteligente dos instrumentos de tecnologia vem ampliando o campo de possibilidade criativo dos estudantes, o que hoje em dia está faltando a parte de alguns estudantes.

A situação de aprendizagem vivenciada é copiar e colar por parte de alguns estudantes que pegam idéias de autores em que se nota a falta de criatividade deixando de criticar de criticar e apresentar o seu ponto de vista contextualizando no seu dia a dia achando o tempo primordial para outros afazeres.

Neuma disse...

Segundo Spnelli, mostra no texto os objetivos virtuais de aprendizagem: ação, criação e conhecimento o confronto de idéias entre Levy e Machado.
Machado adota a idéia da pirâmide informacional, onde o humano deve passar por 3 estágio: a série de recurso de estudo utilizado não estão conseguindo acompanhar o avanço tecnológico, uma vez que nossos alunos hoje vem a escola com uma quantidade de informação maior do que os professores tem. Na pirâmide informacional percebe-se que Machado usa os elementos interligados entre si, com a falta de um eles desnorteia todo o processo de aprendizagem. Não devemos ostenalizar a pirâmide por etapas, e sim por todos para que possamos chegar no topo da pirâmide de que é a inteligência com um objetivo. O professor deve estimular o aluno na leitura e interpretação de dados e escrita das mais variadas formas com o intuito de analisá-los, organizá-los, relacioná-los e principalmente criticá-los o conteúdos apresentado em sala de aula por cada disciplina podendo ser contextualizado no cotidiano com um ponto de vista sobre os fenômenos sociais e científicos, a partir do que é apresentado nas relações políticas cientificas e sociais sejam em conflitos ou não.
O processo de inteligência para Levy, acontece de forma transitado, possibilitando a integrar conteúdos e significado de forma que remeta idéias de construção em que se amplia a compreensão de seus significados: quantidade e qualidades caminham na mesma direção para se construir o conhecimento e que com os aparatos tecnológicos veio possibilitar uma ampla rede de aprendizagem, tanto do aluno como professor.
Nos objetivos virtuais de aprendizagem, o crescimento dos recursos tecnológicos veio agilizar as pesquisas e diminuir o tempo em fazê-las comparadas ao uso de livros enciclopédias, mas também veio ressaltar a qualidade em que os nossos alunos estão realizados essas pesquisas. Com bom ou mal resultado deixando de lado a escrita e a leitura. É fundamental no mundo em que vivemos utilizar o computador buscando uma nova situação de aprendizagem e não utilizando de forma robótica em aceitar o que está sendo apresentado sem ter imaginação e criatividade para construir saberes, como Machado nos mostra na pirâmide informacional.
Estimulando criatividade e imaginação, dentro do objetivo virtual de aprendizagem é maior complexo duque se pode imaginar, na verdade é uma situação em que o aluno percorre etapas, ou navegar envolvido por um contexto que exige a compreensão de determinados conceitos científicos, onde se tem dois caminhos: o ponto de vista de quem faz; e o sucesso de quem utiliza, valorizando o trabalho de quem projeta de forma detalhada para uma aprendizagem sobre o processo criativo que esta por detrás da atividade intelectual.
No texto ainda retrata argumento de Arendt. A atividade humana é dividida em três classes: o labor, o trabalho e a ação em que diferencia os seres humanos dos demais seres é a ação onde podemos resolver problemas imaginando e criando enredo contextos e projetos.
O autor finaliza o texto com a citação de Marina em relação a produção inteligente dos seres humanos, onde devemos dirigir o olhar para a realidade e a definição de suas próprias metas para ampliar o processo de produção do objeto virtual de aprendizagem. Para que seja centralizados e aplicados o objeto virtual junto aos demais colegas é necessários partirmos do olhar sobre a realidade das aplicações dos conceitos, definindo metas idealizando de um contexto para o desenvolvimento das atividades.
O uso inteligente dos instrumentos de tecnologia vem ampliando o campo de possibilidade criativo dos estudantes, o que hoje em dia está faltando a parte de alguns estudantes.

A situação de aprendizagem vivenciada é copiar e colar por parte de alguns estudantes que pegam idéias de autores em que se nota a falta de criatividade deixando de criticar de criticar e apresentar o seu ponto de vista contextualizando no seu dia a dia achando o tempo primordial para outros afazeres.

Neuma disse...

Segundo Spnelli, mostra no texto os objetivos virtuais de aprendizagem: ação, criação e conhecimento o confronto de idéias entre Levy e Machado.
Machado adota a idéia da pirâmide informacional, onde o humano deve passar por 3 estágio: a série de recurso de estudo utilizado não estão conseguindo acompanhar o avanço tecnológico, uma vez que nossos alunos hoje vem a escola com uma quantidade de informação maior do que os professores tem. Na pirâmide informacional percebe-se que Machado usa os elementos interligados entre si, com a falta de um eles desnorteia todo o processo de aprendizagem. Não devemos ostenalizar a pirâmide por etapas, e sim por todos para que possamos chegar no topo da pirâmide de que é a inteligência com um objetivo. O professor deve estimular o aluno na leitura e interpretação de dados e escrita das mais variadas formas com o intuito de analisá-los, organizá-los, relacioná-los e principalmente criticá-los o conteúdos apresentado em sala de aula por cada disciplina podendo ser contextualizado no cotidiano com um ponto de vista sobre os fenômenos sociais e científicos, a partir do que é apresentado nas relações políticas cientificas e sociais sejam em conflitos ou não.
O processo de inteligência para Levy, acontece de forma transitado, possibilitando a integrar conteúdos e significado de forma que remeta idéias de construção em que se amplia a compreensão de seus significados: quantidade e qualidades caminham na mesma direção para se construir o conhecimento e que com os aparatos tecnológicos veio possibilitar uma ampla rede de aprendizagem, tanto do aluno como professor.
Nos objetivos virtuais de aprendizagem, o crescimento dos recursos tecnológicos veio agilizar as pesquisas e diminuir o tempo em fazê-las comparadas ao uso de livros enciclopédias, mas também veio ressaltar a qualidade em que os nossos alunos estão realizados essas pesquisas. Com bom ou mal resultado deixando de lado a escrita e a leitura. É fundamental no mundo em que vivemos utilizar o computador buscando uma nova situação de aprendizagem e não utilizando de forma robótica em aceitar o que está sendo apresentado sem ter imaginação e criatividade para construir saberes, como Machado nos mostra na pirâmide informacional.
Estimulando criatividade e imaginação, dentro do objetivo virtual de aprendizagem é maior complexo duque se pode imaginar, na verdade é uma situação em que o aluno percorre etapas, ou navegar envolvido por um contexto que exige a compreensão de determinados conceitos científicos, onde se tem dois caminhos: o ponto de vista de quem faz; e o sucesso de quem utiliza, valorizando o trabalho de quem projeta de forma detalhada para uma aprendizagem sobre o processo criativo que esta por detrás da atividade intelectual.
No texto ainda retrata argumento de Arendt. A atividade humana é dividida em três classes: o labor, o trabalho e a ação em que diferencia os seres humanos dos demais seres é a ação onde podemos resolver problemas imaginando e criando enredo contextos e projetos.
O autor finaliza o texto com a citação de Marina em relação a produção inteligente dos seres humanos, onde devemos dirigir o olhar para a realidade e a definição de suas próprias metas para ampliar o processo de produção do objeto virtual de aprendizagem. Para que seja centralizados e aplicados o objeto virtual junto aos demais colegas é necessários partirmos do olhar sobre a realidade das aplicações dos conceitos, definindo metas idealizando de um contexto para o desenvolvimento das atividades.
O uso inteligente dos instrumentos de tecnologia vem ampliando o campo de possibilidade criativo dos estudantes, o que hoje em dia está faltando a parte de alguns estudantes.

A situação de aprendizagem vivenciada é copiar e colar por parte de alguns estudantes que pegam idéias de autores em que se nota a falta de criatividade deixando de criticar de criticar e apresentar o seu ponto de vista contextualizando no seu dia a dia achando o tempo primordial para outros afazeres.

anderson disse...

Texto muito interessante, no qual Spinelli explicita com bastante propriedade a necessidade que nós professores - uma boa parte"(analfabetos)" - temos de nos alfabetizarnas novas tecnologias que se apresentam, uma vez que estas se firmaram recursos didáticos. Ele evidencia ainda nas entrelinhas que se não nos adptamos a essa realidade - Aos objetos virtuais de aprendizagem - podemos ficar expostos a contrangimentos perante aos alunos, que perfeitamente dominam esse tipo de objeto.
Enfim, Spinelli nos faz um alerta e, simultaneamente nos conclama a aderir ao óbvio, estar aberto à absorção das novas tecnologias que surgirem em prol do processo educativo.

Serra de São Bento, 22/07/2008

Cursista: José Rocha.

Anônimo disse...

O uso de tecnologia na escola não é novidade. Está bastante natural a utilização de calculadoras e de computadores no ambiente escolar, temos o compromisso de incorporá-los na vida de nossos jovens para que utilizem esse potencial na sua aprendizagem, adquirindo mais conhecimentos.
Quanto a gerações e formações de conhecimentos, a pirâmide informacional nos ajuda como entender os termos que compõem a mesma, onde a escola é a base da construção do conhecimento, pois a formação do aluno na escola básica, precisa auxilia-lo a exercer sua cidadania, sendo que os alunos sempre estão buscando recursos que auxiliem os mesmos na construção de seus conhecimentos, por u meio de compreender os termos que rodeiam a formação de idéias que geram os conhecimentos, através de elementos que serve de base a resolução de um problema com conhecimentos obtidos dos dados, desenvolvendo completamente suas atividades educativas, tendo capacidade de aprender fazendo projetos.
Washington Luis Rafael

Anônimo disse...

O texto Repensando a avaliação de César Nunes, não está disponível, gostaria de saber como, vou encontrar esse texto.
ildenroch@ig.com.br

Anônimo disse...

O texto Repensando a avaliação de César Nunes, não está disponível, gostaria de saber como, vou encontrar esse texto.
ildenroch@ig.com.br

Anônimo disse...

O texto Repensando a avaliação de César Nunes, não está disponível, gostaria de saber como, vou encontrar esse texto.
ildenroch@ig.com.br

Maria das Graças G. Basílio disse...

Com relação o objeto virtual da aprendizagem, o aluno se apropria da tecnologia para a construção do seu conhecimento vinculado na dimensão de flexibilidade, ampliando o campo de possibilidade para o desenvolvimento da capacidade criativa dos alunos. Favorecendo a descoberta e experimentando novas práticas, buscando compreender os aspectos teóricos, estabelecendo a integração com o saber prévio e o saber científico em situação da aprendizagem. Portanto o uso da tecnologia educacional é importante instrumento para sistematizar os processos e a organização educacional. È necessário estar inserido nesse contexto tcnológico tornando-se as atividades mais significativa e menos abstratas. O planejamento de ensino vai nortear a ação pedagógica essencial integradora no contexto social, participativo na produção de novos conhecimentos não é neutra mais transformadora de maneira consciente a estimular aos alunos o compromisso e responsabilidade, visando um desempenho amplo. Que a disponibilidade exige ousadia em buscar resultados para consolidar seu sucesso.

Profª:MARIA DAS GRAÇA G.Basílio

suzete Maria disse...

A preparação pedagogica do professor para ministrar uma aula, ou seja, o planejamento é uma situação de aprendizagem. No entanto, o professor se depara com a realidade que os alunos de hoje dispoem de conhecimentos prévios que muitas vezes não enquadram nas perspectivas didaticas do professor, e é consenso no ambiente escolar que haja flexibilidade para que se possa inserir e trabalhar as informações superficiais, e estas servir como inter-ligação entre o abstrato e o amadurecimento e a utilização dos mesmos.

A atividade educacional conhecimentos, e a ênfase dessa é amliar as possibilidades dando significado aos conceito, integrando-os em todas as dimensões,possibilitando desenvolver competências com os recursos tecnologicos disponiveis. Abordando a temática de que estes podem ter efeitos contrários depende da abordagem de como desenvolver estes recursos.

Se utilizados de forma coerente o objeto virtual produz conhecime nto,propricia uma maior flexibilidade de produção de conhecimentos, melhorando os resultados e sequenciando haverá uma maior interação de conhecimentos.

O objeto virtual se bem utilizado articula a construção do conecimento,tornando-se produtivo e unilateral.

Suzete Maria disse...

No decorrer da história surgiu no século passado a necessidade de repensar a educação, a partir daí despertou-se para a importância do processo avaliativo enquanto ferramenta indossociável no contexto da aprendizagem.

No entanto neste processo, alguns tem destaque diferencial, a avaliação até então tinha caráter quantitativo, e tem até então orientação para "medir" apenas o que é conveniente, com isso inibindo a construção de formas de avaliar que tenham uma abrangência maior.

Apesar de todos os esforços direcionados para o melhor desempenho e apfendizagem do alunos, os métodos avaliativos utilzados são ineficientes construindo barreiras entre os objetivos e a avaliação.

Para mudar essa situação é preciso ter coerência em todo o processo educacional, que a avaliação seja uma inter-ligação entre os objetivos planejados e a aprendigazem.

No meio deste processo surge um rec urso alternativo que é o uso da tecnologia,permitindo inserir de forma dinâmica um novo patamar de aprendizagem e avaliação,proporcionando que o aluno se torne um ser mais ativo e participativo, contribuindo de forma direta para um aprendizado eficiente.

A avaliação coerente, rependada e participativa, abrange todo o processo educacional, com isso contribui para que o aluno seja uma agente participativo de seu próprio processo educacional.

Suzete Maria disse...

A preparação pedagogica do professor para ministrar uma aula, ou seja, o planejamento é uma situação de aprendizagem. No entanto, o professor se depara com a realidade que os alunos de hoje dispoem de conhecimentos prévios que muitas vezes não enquadram nas perspectivas didaticas do professor, e é consenso no ambiente escolar que haja flexibilidade para que se possa inserir e trabalhar as informações superficiais, e estas servir como inter-ligação entre o abstrato e o amadurecimento e a utilização dos mesmos.

A atividade educacional conhecimentos, e a ênfase dessa é amliar as possibilidades dando significado aos conceito, integrando-os em todas as dimensões,possibilitando desenvolver competências com os recursos tecnologicos disponiveis. Abordando a temática de que estes podem ter efeitos contrários depende da abordagem de como desenvolver estes recursos.

Se utilizados de forma coerente o objeto virtual produz conhecime nto,propricia uma maior flexibilidade de produção de conhecimentos, melhorando os resultados e sequenciando haverá uma maior interação de conhecimentos.

O objeto virtual se bem utilizado articula a construção do conecimento,tornando-se produtivo e unilateral.

neuma disse...

REPENSANDO A AVALIAÇÃO

O texto de César Nunes, vem abordar sobre a criação de novos parâmetros e diretrizes curriculares realizados em vários países e estados com a necessidade em referencia a necessidade de repensar a educação e adequá-la a realidade cotidiana, onde temos de elaborar o processo de repensar a avaliação e o processo de repensar a educação juntos, não podemos isolar os dois, pois vem dificultando o trabalho que os educadores fazem, com a valorização de textos e exames de larga escala impede a pratica a competência e a habilidade dos alunos nas praticas educacionais. Os documentos de diretrizes educacionais em alguns paises mostram a expectativa do desenvolvimento das habilidades mais alta como: o desempenho de resolver problemas, autonomia, pensamento critico entre outros, mas é comprovado em pouco tempo exames objetivos e dados quantitativos, verdadeiros problema que realmente vem preocupando educadores é a falta de instrumentos que permita a interpretação e a avaliação de dados mais qualitativos de onde mais alta, tendo com prova concreta a esses dados qualitativos o PISA e o ENEM. Instrumentos e métodos de avaliação que atendem de uma determinada forma algumas expectativas numa escala pequena e experimental com excelente resultados.

neuma disse...

A avaliação da capacidade de resolver problemas
A aprendizagem torna por base os problemas está sendo adotada em vários países, problemas esses próximos a realidade, abertos e que em geral têm enunciados definidos de maneira que possamos encontrar diferentes interpretações e soluções para esses problemas.
Uma maneira de avaliar a capacidade de resolução de problemas é dividir os problemas em partes menores e usar para compreender essas partes menores o conhecimento declarativo, o conhecimento procedural e o conhecimento estratégico que juntos realizam a possibilidade de avaliar diferentes habilidades e competência de cada aluno.
O uso da tecnologia para a avaliação da capacidade de resolução de problemas acarreta a um novo tipo de problema que podemos chamar de problemas dinâmicos, esse tipo de problema é mais complexo que os demais e é parecido com o mundo real, pois envolve habilidades de interpretação de diversos tipos de feedback (resumo) e diferentes estratégias.
A criação e apresentação de problemas no computador vem preencher a lacuna entre o saber e o não saber, os instrumentos dessa criação são caros e demorados, mas permite que a avaliação seja em larga escala.

Maria das Graças Gonçalves disse...

Com relação o objeto virtual da aprendizagem, o aluno se apropria da tecnologia para a construção do seu conhecimento vinculado na dimensão de flexibilidade, ampliando o campo de possibilidade para o desenvolvimento da capacidade criativa dos alunos. Favorecendo a descoberta e experimentando novas práticas, buscando compreender os aspectos teóricos, estabelecendo a integração com o saber prévio e o saber científico em situação da aprendizagem. Portanto o uso da tecnologia educacional é importante instrumento para sistematizar os processos e a organização educacional. È necessário estar inserido nesse contexto tcnológico tornando-se as atividades mais significativa e menos abstratas. O planejamento de ensino vai nortear a ação pedagógica essencial integradora no contexto social, participativo na produção de novos conhecimentos não é neutra mais transformadora de maneira consciente a estimular aos alunos o compromisso e responsabilidade, visando um desempenho amplo. Que a disponibilidade exige ousadia em buscar resultados para consolidar seu sucesso.


Professora: MARIA DAS GRAÇA GONÇALVES BASILIO

Neuma disse...

Instrumentos de avaliação para a sala de aula

Os métodos de avaliação que são usados nas disciplinas passam a informação aos alunos da importância dos diferentes tipos de aprendizagem, mas dificulta utilizar esses métodos usando critérios justos, objetivos e dentro de um tempo disponível muito curto.

É necessário que se tenha clareza dos objetivos de aprendizagem de cada disciplina , assim podemos chegar ao ensino de compreensão que nada mais é do que a capacidade do uso flexível do conhecimento em novas situações, podendo ser organizada em quatro dimensões:

1. a dimensão do conhecimento que permite verificar até que ponto o conhecimento de teorias e conceitos leva o aluno a superar as concepções espontâneas;

2. a dimensão dos métodos que permite avaliar até que ponto os alunos desenvolvem o espírito crítico;

3. a dimensão dos propósitos onde se percebe se os alunos desenvolveram uma visão positiva sobre o que aprenderam;

4. a dimensão das formas que avalia se os alunos dominam o assunto o suficiente para conseguir apresentá-la das mais diferentes formas de comunicação.

Cada atividade desenvolve um conjunto dessas qualidades e que cada aluno atingirá um nível diferente dessas qualidades ao longo do tempo.

Um instrumento que tem sido muito utilizado no meio educacional são as rubricas, elas são criadas pelo professor e contém os critérios ou qualidades que vão ser avaliadas e demarcam um caminho para cada aluno seguir.

Os ambientes colaborativos suportados pela tecnologia explicam e fazem organizar as sugestões de idéias, coleta de dados, elaboração de hipóteses e construção de teorias que serve quase sempre como ferramenta tanto de construção quanto de avaliação do conhecimento.

CAPACITAÇÃO RIVED disse...

A avaliação da capacidade de resolver problemas

A aprendizagem torna por base os problemas está sendo adotada em vários países, problemas esses próximos a realidade, abertos e que em geral têm enunciados definidos de maneira que possamos encontrar diferentes interpretações e soluções para esses problemas.

Uma maneira de avaliar a capacidade de resolução de problemas é dividir os problemas em partes menores e usar para compreender essas partes menores o conhecimento declarativo, o conhecimento procedural e o conhecimento estratégico que juntos realizam a possibilidade de avaliar diferentes habilidades e competência de cada aluno.

O uso da tecnologia para a avaliação da capacidade de resolução de problemas acarreta a um novo tipo de problema que podemos chamar de problemas dinâmicos, esse tipo de problema é mais complexo que os demais e é parecido com o mundo real, pois envolve habilidades de interpretação de diversos tipos de feedback (resumo) e diferentes estratégias.

A criação e apresentação de problemas no computador vem preencher a lacuna entre o saber e o não saber, os instrumentos dessa criação são caros e demorados, mas permite que a avaliação seja em larga escala.

Neuma disse...

Comentário da Atividade Número 2
Geometria das Cidades
Componentes: José Rocha, Neuma Gomes e Veruska Lima
Turma 10 e 11, Professor: Paulo Carapuça

" Esta atividade apresenta fotos nas quais possibilita aos alunos estabelecer relações de construções das nossas cidades com o espaço da sala de aula e as figuras geométricas planas e espaciais; tais como o piso, o tampo das mesas, o quadro, o livro didático, a caixa de giz, a torre da igreja, caixas d´água, tornando assim as aulas mais significativas para com a sua realidade facilitando uma maior compreenssão dos elementos e dos conceitos geométricos em geral."

Jorge Oliveira disse...

Comentário da Atividade Número 2

Geometria das Cidades

Componentes: José Rocha, Neuma Gomes e Veruska Lima

Turma 10 e 11, Professor: Paulo Carapuça



" Esta atividade apresenta fotos nas quais possibilita aos alunos estabelecer relações de construções das nossas cidades com o espaço da sala de aula e as figuras geométricas planas e espaciais; tais como o piso, o tampo das mesas, o quadro, o livro didático, a caixa de giz, a torre da igreja, caixas d´água, tornando assim as aulas mais significativas para com a sua realidade facilitando uma maior compreenssão dos elementos e dos conceitos geométricos em geral."

Ione Francinete disse...

A atividade de matemática "Caminhando pelas faces de um cubo' no início não consegui realizá-la, mas logo após compreender como funciona suas etapas ficou muito fácil e prazeroso de trabalharmos com esse material visual.

Anônimo disse...

Texto em análise:'Repensando a avaliação", autor Celso Antunes.

Considerando a concepção de planejamento como relacionado com a vida diária do homem, o planejamento pasa a ser pensado dessa maneira como uma forma de relação dialética entre pensar e fazer. Este pensar e fazer que depende de ações de indivíduos, se concretiza numa ação compartilhada da comunidade escolar, interna e externa.
A ação pedagógica como fonte de aprendizagem, e não só como resultado da aprendizagem. Partimos do princípio de que, aprender a aprender é exatamente o que o ensino deveria ter como objetivo a ser atingido, porque ensinar é sempre reformular, aprefeiçoar e aprender.
Segundo o autor do texto, o escritor Celso Antunes, nós professores atualmente precisamos urgentemente mudar nossas cncepções de avaliação. Cotidianamente nos rendemos a dados quantitativos e esquecemos os valores que nossos alunos apresentam em suas diversidades. É preciso olhar ao dados qualitativos, buscar em nosos alunos pontos como; expectativa de desenvolvimento de trabalhos em grupo, autonomia, resolver problemas,etc.
Com base nos questionamentos apesentados para esta atividade precisamos ir para a ealidade e até nos perguntar:será que nós professores sabemos quais os objetivos que queremos alcançar em nossas práticas docentes? será que estamos cumprindo fielmente e atendendo aos requisitos de nossa profissão? Será que nos preocupamos como nossos alunos quando estes demonstram que não assimilam os conteúdos trabalhados?
Será que estamos aplicando apenas a avaliação qualitativa em nossas salas de aula? Diante de tantos questionamentos faz-se necessário e urgente observar que as novas concepções de aprendizagem propõem fundamentalmente situações de busca contínua de novos conhecimentos, questionamento e crítica sobre as idéias em discussão. Essa sim deve ser nossa avaliação complexa e multidimensional.Sabemos que a educação do nosso país precisa de muitos avanços, orém nos compote dar o primeiro passo, passmos a obsrvas nossos alunos em sua diversidadepassando a trabalhar a diversidade, buscando soluções para aqueles que não assimilam os objetivos propostos. Difícil? Sim, jamais impossível. Pensemos em uma educação de rnovação tanto nos processos avaliativos como de modo geral, só assim passaremos a ter uma educação de qualidade capaz de formar cidadão críticos e participativos.
Maria Aparecida Alves de Freitas
Escola Estadual João Alves de Melo
Bom Jesus-RN

Anônimo disse...

Texto: Repensando a avaliação de César Nunes.

Todo educador em sua disciplina propõe objetivos de aprendizagem, de acordo com os conteúdos aplicados. Desejamos que o resultado alcançado pelos alunos seja positivo, sabemos no entanto que isso não é uma tarefa fácil, muitos alunos participam das aulas parcialmente ou não participam, é um número reduzido, os que realmente querem aprender, participar e desenvolver as tarefas aplicadas pelo professor, assim sendo torna-se difícil alcançar todos os objetos propostos, a tarefa de avaliação de aprendizagem é muito difícil.
Para alcançar os objetivos de aprendizagens em Biologia, acredito ser interessante desenvolver a curiosidade do aluno e o gosto para aprender, praticando o questionamento e a investigação. Há aspectos em Biologia que tem a ver com a construção de uma visão de mundo, havendo ainda os que permitem a formação de Conceitos, em relação à Avaliação um exemplo é a apresentação de seminários.
Divide-se a turma em grupo, e diante do tema proposto, o grupo elabora um objetivo a ser alcançado, fazem a pesquisa, e usando objetos de aprendizagens disponíveis na escola, além da internet, fazem a apresentação do seu trabalho.
A criatividade de apresentação é do grupo, juntos pesquisam, discutem e elaboram uma Conclusão, como avaliação do seminário. No final da apresentação de todos os grupos é feito uma auto-avaliação. Sabemos no entanto que alguns alunos participam, portanto avaliar não é fácil, mas tentamos fazer o melhor possível como elaborar aulas que sejam capazes de realizar ações práticas para chamar a atenção em situações de aprendizagens.

Maria de Fátima Bevenuto da Silva
Turma 10 e 11
Email: fatimabevenuto@hotmail.com
Fone: 3269-0014 - Riachuelo-RN

Anônimo disse...

Não consegui encontrar o texto aqui no blog.
ildenroch@ig.com.br

Maria de Fátima Bevenuto disse...

Texto: Repensando a avaliação de César Nunes.

Todo educador em sua disciplina propõe objetivos de aprendizagem, de acordo com os conteúdos aplicados. Desejamos que o resultado alcançado pelos alunos seja positivo, sabemos no entanto que isso não é uma tarefa fácil, muitos alunos participam das aulas parcialmente ou não participam, é um número reduzido, os que realmente querem aprender, participar e desenvolver as tarefas aplicadas pelo professor, assim sendo torna-se difícil alcançar todos os objetos propostos, a tarefa de avaliação de aprendizagem é muito difícil.
Para alcançar os objetivos de aprendizagens em Biologia, acredito ser interessante desenvolver a curiosidade do aluno e o gosto para aprender, praticando o questionamento e a investigação. Há aspectos em Biologia que tem a ver com a construção de uma visão de mundo, havendo ainda os que permitem a formação de Conceitos, em relação à Avaliação um exemplo é a apresentação de seminários.
Divide-se a turma em grupo, e diante do tema proposto, o grupo elabora um objetivo a ser alcançado, fazem a pesquisa, e usando objetos de aprendizagens disponíveis na escola, além da internet, fazem a apresentação do seu trabalho.
A criatividade de apresentação é do grupo, juntos pesquisam, discutem e elaboram uma Conclusão, como avaliação do seminário. No final da apresentação de todos os grupos é feito uma auto-avaliação. Sabemos, no entanto que alguns alunos participam, portanto avaliar não é fácil, mas tentamos fazer o melhor possível como elaborar aulas que sejam capazes de realizar ações práticas para chamar a atenção em situações de aprendizagens.

Maria de Fátima Bevenuto da Silva
Turma 10 e 11
Email: fatimabevenuto@hotmail.com
Fone: 3269-0014 - Riachuelo-R

Graça Gonçalves Basílio disse...

1- Consiste ensinar com procedimento de alcançar os objetivos desejados, propiciando condições ao aluno para ampliar seus conhecimentos. O professor deve analisar, sobre o prrocesso ensino-aprendizagem, a partir de estratégias de ensino que enfoque o uso de tecnologia na abordagem na construção do conhecimento. Que domine com segurança os conteúdos, sendo agente construtivo, em suas capacidades afetivas no convívio social. 2- O papel do professor diante dessa situação é induzir o aluno no processo aprendizagem, na construção do conhecimento, utilizar a imaginação criativa ao intelecto. O aluno deve ser incentivado a desenvolver suas capacidades de compreensão do objeto de estudo, o professor procura nonas formas que possa ser atrativas de adquirir conhecimento com competência, vale salientar que o recuso tecnológico ajuda nas nessidades para atividade de ensino no processo de aprendizagem dos alunos. cursista; Maria das Graças Gonçalves Basílio

Francisco Olinto Sobrinho disse...

COMENTÁRIO
Repensando a Avaliação

O avanço constante na conquista de conhecimentos mais modernos fez-se necessário repensar a educação e adequá-la a nova realidade. Para isso, criaram-se os Parâmetros e Diretrizes Curriculares, cuja expectativa é o desenvolvimento de habilidades como: capacidade de resolver problemas, autonomia, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em grupo, etc. Porém a sobrevivência de testes e exames aplicados na avaliação do aluno impediu que se desenvolvessem práticas educacionais voltadas aos valores, competências e habilidades.
Entendemos que para atender as expectativas que os parâmetros exigem, precisamos encontrar novos instrumentos e métodos que favoreçam a uma avaliação mais coerente com o desempenho do aluno quanto o atendimento aos objetivos dos conteúdos propostos.
Já existem em pequena escala instrumentos e métodos de avaliação que satisfaçam as expectativas dos parâmetros como mostra os avanços como o uso de tecnologia nos processos de verificação de aprendizagem.
Com o uso da tecnologia tem-se obtido avanços na avaliação da capacidade de resolução de problemas, convergindo desse modo, para a aquisição de conhecimentos que se aproximam do cenário mais parecido com o mundo real. Para que isso ocorra é preciso desenvolver a conscientização do próprio aluno sobre o que sabe como base para adquirir novos conhecimentos com o intuito de melhor aplicar no contexto em que vive.
Os métodos de avaliação que usamos são provas cobrando memorização de conteúdos, pois temos muitas dificuldades de avaliar usando outros critérios. No entanto, entendemos que podemos diminuir essas dificuldades quando partiremos para elaboração de objetivos de aprendizagem que possa oferecer um ensino compreensivo.
Portanto, para que o ensino compreensivo aconteça, faz-se necessário que seja utilizado instrumento de avaliação que tenha como objetivo de aprendizagem definir critérios que possam demonstrar se os objetivos propostos foram realmente atingidos.
A princípio os critérios que devemos adotar devem envolver domínio de conteúdo, criatividade, pontualidade e expressão.

Anônimo disse...

Repensando à Avaliação:
Levar o aluno a pensar,pesquisar e compreender é papel fundamental do professor, uma vez que este vos leva assuntos sequências ou mesmo informativos.O aluno precisa aprender a ter um senso crítico logo que já tenha domínio do assunto em estudo.Por isso é interessante levá-los a ambientes sugestivos que os leve a uma maior compreenção do assunto.Não podemos esquecer que a sala de aula é heterogênia ou seja, temos alunos que apropriam-se dos assuntos com facilidade, outros que precisam de uma atenção mais ampla e por fim, os que não absorvem quase nada.Portanto é importante atribuir metodologias variadas e não centralizar as avaliações apenas com teste objetivos ou subjetivos.
As atividades de pesquisa e apresentações dão mas ênfase á aprendizagem, pois os discentes sentém-se mais responsáveis e lógico de uma forma inconsciente sentem-se mais importantes, sábios e porque não capazes.ANDREA KARLA 06/08/2008.

Anônimo disse...

O presene texto do autor Celso Antunes e de grande importância paranós educadores, principalmente no tocante aos métodos tilizados por nós nos momentos de avaliação. Geralmente em nossas salas de aula, pela falta de tempo que não temos muitas vezes pela altas jornadas de trabalho que possuimos.
Porém, az-se urgente ompreendermos que é precisamos incluir os dados qualitativos em nossas avaliações. É preciso também termos nossos objetivos traçados para acompanharmos o desenvolvimento de nossos discentes a partir do que era esperado. So assim pderemos alcançar uma educação de qualidade.
Maria Aparecida Alves de Freitas
Escola Estadual João Alves de Melo

Anônimo disse...

Segundo relatos do texto em análise percebe-se a importância de se trabalhar em nossas escolas a avaliação qualitativa, já que atualmente a avaliação quantitativa ainda perdura em nosso sistema educacional. Além dessa nova forma de avaliar é preciso também traçar de forma clara e objetiva os objetivos a ser alcançdos em nossas disciplinas.Fazendo o acompanhamento diagnosticando como anda os níveis de aprendizagem diante das metodologias aplicadas em sala de aula.
Refletir sobre os objetivos que foram alcançados ou não é missão do educador, mesmo que este seja um trabalho minucioso e trabalhoso.
Sem ele, jamais poderemos rever nossas práticas e adaptarmos nossas
metas de ensino-aprendizagem.
Linduarte Andrade de Lima
Escola Estadual João Alves de Melo
Bom Jesus-RN

Anônimo disse...

Repensando a Avaliação
A Avaliação é um Instrumento Fundamental para se obter informações sobre o andamento do processo Ensino-Aprendizagem. Sugerimos que ela seja feita de forma continuada, e não apenas ao término de cada bimestre. Somente a Avaliação prática como um diagnóstico contínuo possibilita a estratégias, visando ao sucesso efetivo do estudante.
Ao lado do Curso, surgem inúmeras oportunidades de observação e avaliação. Pontuar, registrar e relatar procedimentos comuns, relevantes e diferentes contribui para melhor avaliar o aluno. Tendo em mãos as anotações sobre as atividades e as produções da turma, é possível trocar perfis, perceber que aspectos devem ser reforçados no ensino, que conteúdos e habilidades convém privilegiar e quais assuntos podem ser avançados.
Para obter informações sobre a apreenção de conteúdos por parte de estudante, podem-se observar: a compreensão conceitual, a leitura e a interpretação do texto matemático, o comportamento (hesitante, confiante, interessado) na resolução das atividades.
Também pode ser útil analisar as atitudes do aluno, por exemplo, se costuma fazer perguntas, se participa dos trabalhos em grupo, se é cooperativo com os colegas, se argumenta em defesa de suas opiniões, etc.
Além de lançar mão desses recursos ao trabalhar com atividades, exercícios complementares ou com a problematização das leituras, podem-se criar outras oportunidades de avaliação, por exemplo, solicitando que o aluno explique, no quadro-de-giz, exercícios ou resoluções de problemas.
Sugerimos também que cada estudante organize uma pasta ou caderno com suas produções. Isso evidencia sua organização,seu esforço nos trabalhos e, conforme as anotações feitas, os conteúdos aos quais dedicou maior ou menor atenção.
A avaliação deve ser um processo, não uma série de obstáculos. As provas escritas, quando atendem aos objetivos dos conteúdos, são nmeios adequados para examinar o domínio dos procedimentos, a interpretação do texto, a compreensão conceitual e o entendimento de contextos. E mesmo esse tipo de avaliação pode ser utilizado como um momento de aprendizagem, pois permite a percepção dos avanços e das dificuldades dos alunos em relação ao conteúdo avaliado. Há ainda a possibilidade de aplicação de provas elaboradas pelos próprios alunos ou de propor sua realização em grupos ou duplas.

humberto-faria@hotmail.com

Anônimo disse...

O presene texto do autor Celso Antunes e de grande importância paranós educadores, principalmente no tocante aos métodos tilizados por nós nos momentos de avaliação. Geralmente em nossas salas de aula, pela falta de tempo que não temos muitas vezes pela altas jornadas de trabalho que possuimos.
Porém, az-se urgente ompreendermos que é precisamos incluir os dados qualitativos em nossas avaliações. É preciso também termos nossos objetivos traçados para acompanharmos o desenvolvimento de nossos discentes a partir do que era esperado. So assim pderemos alcançar uma educação de qualidade.
Maria Aparecida Alves de Freitas
Escola Estadual João Alves de Melo